A reabilitação CIPP (Cured-In-Place Pipe) — conhecida no Brasil como reabilitação de tubulações por tubo de feltro ou fibra curado no local — nasceu da necessidade de reparar redes hidráulicas e de esgoto sem abrir valas, evitando grandes obras, interrupções e custos elevados.
1971 – Inglaterra
O método foi inventado por Eric Wood, fundador da Insituform. A ideia surgiu depois que ele observou infiltrações em dutos e imaginou um sistema que pudesse criar uma nova tubulação dentro da antiga, sem removê-la.
Wood desenvolveu um "mangote" impregnado com resina que poderia ser introduzido, expandido e curado dentro do tubo, formando uma estrutura resistente e durável.
Esse processo foi considerado revolucionário porque permitia reabilitar quilômetros de tubulação sem escavações, reduzindo custo, tempo e impacto urbano.
A tecnologia se espalhou pela Europa e América do Norte.
Variantes do processo surgiram, com novos tipos de resina e liners (feltro, fibra de vidro).
A indústria começou a criar métodos especializados para diferentes diâmetros e condições de tubulação.
O CIPP se consolidou como o método nº1 de reabilitação sem vala do mundo.
Avanços tecnológicos permitiram:
cura por LED
maior resistência estrutural
liners pré-impregnados
sistemas robotizados
Hoje o CIPP é amplamente utilizado em esgoto, água pluvial, água potável, indústria, petroquímica, HVAC, entre outros.
